sábado, 4 de dezembro de 2010
Fui definitivamente fisgada.
Viver a maternidade é dividir-se na soma tenho aprendido, sou duas e ao mesmo tempo sou só dela... sou ela.
Antes de falar, brigar, comer, correr, não dormir, de chorar eu penso nela, me reconheço e desconheço nesse exercício diário de doação, entrega sem esforço, sem sacrifícios... por aMor, que brota das entranhas e cresce na velocidade de um piscar de olhos.
Tudo parece parar para que eu possa senti-la mexer-se no meu ventre, a escolha é sua e o presente é meu.
Sou e estou plena, completa.
Sou a morada do melhor que há na vida, sou a morada do aMor.
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