sábado, 16 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
Desencontrada.
Distante é a palavra.
Confesso que vez ou outra acho o caminho daqui, só que bem no meio da caminhada me distraio, o vento forte me leva; não que eu seja tão leve, não que eu esteja tão superficial...só me deixo ir, meio sem rumo, junto dele, com ele... tem sido assim.
Não estou preocupada mais com algumas coisas, também deixei de pensar em outras, sei que o agora é o meu grande presente, mais a impotência de não poder mudar o que passou ainda me persegue...o passado me assombra, não me deixa dormir, me dá frio... tenho sentido tanto frio de madrugada, não tem cobertor que me aqueça desse frio do passado.
Vou anotar o endereço daqui, não vou mais me deixar assim ao acaso... escrever talvez seja o cobertor que está faltando nas noites mal dormidas dos dias presentes.
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